Trabalhar em casa com filhos: A minha experiência (Parte 1)

Depois daquele nosso vídeo pro Conacade recebi um monte de emails, principalmente de outras mães, querendo saber como eu consigo conciliar trabalho e filhos tudo ao mesmo tempo. Antes preciso dizer uma coisinha: Como eu adoraria sentar e ficar respondendo individualmente cada uma de vocês, batendo papo e trocando experiências, amores, como eu gostaria…É sério! Mas sei que vocês também são bastante compreensivas e entendem que toda a dinâmica é puxada.

Como sei que é um assunto que muitas vezes desperta a curiosidade de um mooonte de mães que fazem ou pretendem fazer o mesmo, trabalhar em casa e por conta própria, e também é um tema interessante para as nossas novas pautas maternas e empreendedoras, resolvi tentar contar mais uma vez a minha experiência, só que agora EM DETALHES.

Porém preciso dividir os últimos 5 anos da minha vida em três partes:

 

-No início de tudo: Quando eu trabalhava SOZINHA, tinha um bebê calmo porém que não dormia nunca, marido trabalhando fora e diarista 2x na semana.

-Na fase de transição: Quando eu trabalhava sozinha e depois de um ano o Leo começou a trabalhar comigo, tínhamos um menino tranquilão e na escola + diarista 2x na semana + cozinheira diariamente.

-Na fase atual: Eu e o Leo trabalhando juntos + 2 funcionários + meu pai que quebra um super galho + um menino de 5 anos gente boa + um bebê de 10 meses super ativo + Babá que é um anjo + diarista 2x na semana.

Pronto! Assim podemos começar a contar toda essa experiência de forma justa.

Como é uma verdadeira novela mexicana, vou dividir esse assunto também em 3 posts diferentes pra que não fique gigante, combinado? Vamos começar pelo começo…

Fase 1 – O início de tudo

O Vinícius tinha acabado de nascer e esse blog estava ainda no início. Como antes eu tinha um outro blog, já era meio que “conhecida” na internê e daí não demorou muito pra ele começar tendo uns acessos legais e a coisa fluir. Não ganhava nada com adsense e as parcerias eram escassas, mas conseguia pagar a internet e a conta de energia com o que vinha dele e já estava de bom tamanho.

O Vini sempre foi um príncipe, muito calminho e mal se ouvia um choro dentro de casa, mas ele não dormia. E quando digo não dormia, é que ele não dormia MESMO. Ele estava “acordado” 24h por dia e seus cochilos eram de 2 horas, no máximo, ou seja, eu era um zumbi que vivia cuidando de um bebê insone e ficava alternando com a tela do computador e os cuidados com casa e comida. Eu comia super mal, já que ficava o dia todo em casa sozinha, o Vini só mamava e as minhas forças eram poucas. Será?

A verdade é que sempre fui muito inquieta e também sou capricorniana, a auto-cobrança é enorme. Eu precisava ganhar dinheiro de alguma forma e arrumar disposição sei lá de onde. Acho que com o tempo, me acostumei a não dormir. Nessa época eu fiquei tão magra que parecia um palitinho, só tinha peito, hahaha.

Voltando…

Daí criei uma loja virtual, o Estúdio Cereja, que foi uma das primeiras lojas online de pôsteres fofis. Então eu tinha o blog+Estúdio Cereja e um filho novinho que não dormia. Os primeiros meses desse combo foram bem complicados e logo vi que não daria pra fazer uma faxina de respeito no ap que morávamos. Vânia começou a trabalhar lá em casa duas vezes na semana e pelo menos com o pesado não precisava mais me preocupar. O Estúdio Cereja começou a vender bem e agora eu era um zumbi que tinha uma folga da casa, cuidava de um bebê, escrevia um blog de decoração, respondia emails, fazia embalagens, ia aos Correios e estava feliz da vida. Sim, eu sempre fui muito feliz com o meu trabalho, isso é um fato.

Depois de um tempo começou a surgir o perrengue mais perrengue de todos: Como resolvia todas essas questões da lojinha, não estava sendo mais tão viável ficar com um bebê 24 horas a tiracolo. Eram duas bolsas cheias de entregas, uma em cada ombro, e eu andando ali no centro da Freguesia (RJ) empurrando um carrinho (E quando ele chorava querendo colo? Sim, ele começou a reclamar dessa dureza). Chegava na agência dos Correios e as pessoas me olhavam com piedade ou com raiva, corriam para abrir a porta e falavam “Pobre criança, acho que ele tá com sede, fome, cansado” – ou qualquer outra coisa que me fazia sentir um lixo. Nessa época resolvi que o Vini iria pra creche, e com 1 anos e 5 meses deixei aos prantos o meu pequeno aos cuidados de pessoas que eu precisava confiar. Ele ficava lá das 09h às 16h, um tempo razoável pra nossa separação.

Com o tempo mais vago, comecei a me organizar com os horários (Enquanto isso a cuidadora da creche ligava pro meu celular: Seu filho não dorme? Todas as crianças estão cochilando enquanto ele nem pisca os olhos, é isso mesmo? É fia, pensa que é fácil?). Aproveitava esse período da manhã para lavar pratos, arrumar as camas, varrer a casa, colocar roupa na máquina e passear com a cachorra. Fazia um almoço rápido ou um sanduíche mesmo. O período da tarde era pra cuidar das vendas, emails, embalagens e entregas da loja. Pegava o Vini na creche (Vale ressaltar que toda essa dinâmica era andando ou de ônibus) e fazia o jantar com ele no colo ou brincando no chão da cozinha. O Leo chegava do trabalho e me ajudava com tudo, sempre foi bastante participativo, não posso reclamar.

Os dois dormiam e por volta das 23:00h eu sentava em frente ao computador e fazia os posts do blog. O pioio acordava e eu dava de mamar, sorria, cochilava, chorava e cochilava de novo. Vini acordava mais uma vez, eu chorava mais uma vez, nós dois estávamos acordados as 4:00 da manhã. Enquanto isso eu pensava somente “É passageiro, iremos sobreviver”. Vini mamava e não aceitava a companhia do pai na madrugada, só me queria, só queria o peito, só queria o meu colo.

Sim, era cansativo, tenho olheiras crônicas. Não me arrependo.

como trabalhar home office com os filhos

Só explicando pra quem pegou o bonde andando: Nessa época morávamos no RJ e toda a minha família carioca morava distante ou trabalhava e tal. Não tinha como contar com a minha sogra, nem com a minha prima/cunhada, nem com ninguém, todos estavam ocupados vivendo as suas vidas. Era eu, o Leo e o Vinico, ponto final.

Nos finais de semana tentava relaxar, saíamos sempre pra almoçar ou jantar fora, levávamos o Vini pra fazer um passeio, íamos na casa de amigos que também tinham crianças da mesma idade, visitávamos os parentes.

Foi uma época de bastante aprendizado e sobretudo de coragem. Sim, eu poderia só cuidar do meu filho e priu, meu marido tinha um emprego fixo e estável e não precisávamos de muito mais do que ele já ganhava. Mas como já dito, gosto demais do que faço e sou movida por essa paixão, não conseguiria ficar parada, ainda que tivesse essa possibilidade.

Quais os meus conselhos pra quem vai começar ou já trabalha em casa e vive algo parecido?

-Acredite que as coisas podem e darão certo, trabalhe, não desista.

-Procure se informar sobre o seu negócio, o Sebrae pode te ajudar demais (E gratuitamente).

-Tente dividir seu dia em blocos. Eu cuidava da casa de manhã, do meu negócio a tarde, ficava com a minha família a noite e postava no blog de madrugada (oi?).

-Descanse sempre que possível, valorize o seu cansaço e cuide da saúde. Eu não me poupei muito essa época e de certo modo até valeu o esforço, mas preciso dizer também que meu casamento por um tempo ficou péssimo, me irritava com facilidade com o bebê e tinha crises de choro dia sim, dia não. Era estresse, era exaustão, era cansaço.

-Aceite qualquer e todo tipo de ajuda com as tarefas domésticas, com os filhos, com o seu trabalho. Você só é uma.

-Tá afim de criar um blog? Não espere retorno financeiro de imediato, muito menos comece falando de um tema que não seja muito louca por ele. Aliás, jamais comece um blog pensando em dinheiro.

O A casa que a minha vó queria foi o meu único projeto que deu certo profissionalmente, mesmo tendo começado de forma totalmente despretensiosa. Já entrei em duas faculdades, já me matriculei em vários outros cursos, já fui empregada algumas vezes e nada foi pra frente ou durou. O blog abriu as portas para a loja nessa época e hoje abre as portas para muitos outros projetos que vocês já conhecem e acompanham, vou falando deles nos próximos posts.

É isso. Depois volto pra contar mais um capítulo dessa saga, que foi quando nos mudamos pra PE, o Estúdio Cereja deixou de existir, o blog começou a trazer um retorno financeiro bacana e a ideia da Casa de Criação (Que meio também aconteceu por acaso).

Alguém aqui vivendo algo parecido ou querendo encarar um trabalho home office? Querendo empreender ou já na batalha? Vamos batendo papo nos comentários.

 

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Ana Medeiros
É a neta de D. Edite. Ana comanda o #ACQMVQ e vive diariamente decorando aqui e ali. Trabalha home office produzindo conteúdo para o blog e outras empresas das internetes. É mãe de dois pioios lindos, ama comer, desaguar nas palavras, e não dispensa uma caipirinha no fim de semana. Sabe que ser livre também é perder o controle, que morar é mais do que habitar e que um abraço apertado é melhor que banheira de ofurô.
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20 Comentários

  1. Ana e Leo, realmente tiro o chapéu pra vcs…

    Ana, eu tenho uma filha de 7 anos. Quando engravidei ja era funcionária pública na época. Foi tão difícil sair pra trabalhar e deixar minha pequena na creche. Tentei ser forte pra que ela não sofresse, mas sofríamos juntas. Daí não deu mais pra mim. Quando ela fez dois anos eu abandonei tudo pra ficar com ela. Conversei com meu esposo e entramos em acordo. Foi tudo de maravilhoso em nossas vidas. Hoje voltei a trabalhar, o que tbm me fazia muita falta. Enfim, estamos nos adaptando novamente, porém muito felizes. Bjos

  2. Ana admiro muito seu desempenho, tenho seguido vcs a muito tempo. Vejo sempre suas mudanças de casa e de móveis e fico realmente entusiamada com tudo que faz, acompanhei sua gravidez e tudo. Acho que meu entusiasmo por móveis vem de vc. Tanto que iniciei um blog só pra compartilhar as mudanças que minha casa vai sofrer, pois compramos e estamos reformando, daqui algumas semanas estaremos na casa aí é que são elas. Todas as dicas que vc tem passado vão ser usados com muuuiiita frequência, já que o orçamento está curto por conta da compra da casa, aí será eu que farei a decoração com orçamento baixo. Valeu por compartilhar tudo isso conosco. Bjo.

  3. Olha, chorei com seu texto, porque entendo tão bem o que vc passou! Também resolvi empreender por conta da maternidade e exatamente por ser capricorniana, rsss… Olha, foi muito pesado no início e não posso dizer ainda que alcancei o sucesso, mas posso dizer que as coisas melhoraram muito! Trabalho no ramo de lembrancinhas e papelaria personalizada, apesar da formação em Direito. O empreender surgiu da necessidade e vontade de não estar parada, mas ainda não sei se vou continuar com ele ou voltar para a área jurídica. Eu realmente gosto muito do que faço artesanalmente, mas tem todas essas questões aí que vc colocou! É difícil…Duas crias, uma com 5 anos e outra com 1 aninho.
    Deixo aqui meus parabéns pela força e coragem!! Por ser um exemplo para as outras mães!

  4. Sabe aquelas que “quando crescer quero ser igual a você?” Então 🙂 minha maria tem 3 anos e passa o dia na creche, tenho meu cantinho e já ta ficando pequeno, já não tenho dado conta do trabalho sozinha, casa, comida, roupa. enquanto ela dorme busco forças com pessoas que são exemplos do que sempre acreditei em “trabalhar com o que ama”. Parabéns pela família e por tudo que vocês ainda vai conquistar juntos! Super beijo

  5. Muito massa, poder saber mais sobre essa sua trajetória

    Vivo sim algo bem parecido…

    Eu sou de Alfenas-MG, quando terminei o terceiro ano fui para Sorocaba-SP cursar arquitetura e urbanismo, fiz até o oitavo semestre, mas não me formei.
    No final de 2011 resolvi que queria vir morar em São Paulo.
    Foi quando comecei a namorar meu marido…

    Trabalhava no shopping, e só.

    No ano de 2012 que era pra eu ter transferido minha faculdade e terminado ela em sp, eu desencanei e trabalhei no shopping e ainda assim fiz estagio com uma arquiteta/amiga rsrs
    E em Agosto desse ano tive apendicite…

    Em 2013 tinha que voltar, meus pais me cobravam issoe tals, eu me cobrava, mas no fundo sabia que já havia desencanado da faculdade em si.

    Matriculei-me mesmo assim, perto da onde nós morávamos, sim já morava junto com meu namorado… Desde abril de 2012

    Mas daí comecei a sofrer de ter que ir pra faculdade. descobri que não queria mesmo, estava indo contra minha vontade, não me fazia bem, comecei a ter sindrome do pânico…

    Deixei a faculdade me tratei e voltei a trabalhar na loja do shopping.

    Meu namorado largou o trabalho e engravidamos!
    Decidimos voltar pra Alfenas e ter o bebe lá, ter uma vida sossegada e tranquila…

    Eu já tinha um blog o detudountanto, que postava coisas q eu gostava…

    E minha intenção era fazer restaurações e moveis de madeira, tipo a casa de criação mesmo.

    Chegando lá, perdi o bebe…
    Fiquei mal de novo… Mas fui levando, comecei a me tratar novamente da síndrome.

    Montei uma mini marcenaria e fazia mais coisas pra minha casa mesmo…
    Coloquei coisas a venda, mas nao vendi nd… Rsrs

    Em abril de meu namorido resolveu sair do emprego… Não estava nd sendo como pensávamos que seria… Já havíamos perdido o bebê e o salário era baixo pros gastos, q não eram tão menores dos que o daqui de sp.
    Em junho, em plena copa, resolvi vir pra sp, trabalhar, enquanto ele tentava conseguir algo aqui tbm…

    Comecei de novi em uma loja num shopping, pulei de casa em casa de amigos e parentes, agradeço mto pela ajuda de tds, depois dessa loja eu fui trabalhar como banhista e tosadora em um petshop. Já tínhamos dois border collies e eu curti a ideia de dar banho nos dogs.
    O que é bem foda! Pra qm é baixinha e levava um baile dos cachorrões enormes e peludos que apareciam por lá.
    Numa das visitas do namorido q ficava em alfenas na casa da minha sogra com os dois dogs, fizemos a encomenda do Sebastião. Fui obrigada a deixar o petshop, q eu não era registrada, e ir passar os primeiros meses na casa da minha mãe em Alfenas. Estava preocupada, ja que havia perdido o primeiro…
    Coincidentemente meu namorido conseguiu o empego dos sonhos no mesmo dia q tive q deixar o petshop.
    Fui pra Alfenas, e ele ficou em sp na casa de uma das irmãs dele.

    Isso já era outubro de 2014.

    Em novembro conseguimos alugar uma casa e fazer a mudança.

    Trouxemos os dogs e recomeçamos nossa vida na cidade grande, com um sentimento de nunca devíamos ter saido, mas td aprendizado é válido.

    Hoje eu estou de 27 semanas, ainda esperando a chegada do Sebastião
    E estamos muito felizes com tudo.

    Quero muito voltar a publicar no blog e fazer minhas coisas, criações e tudo mais…
    Temos uma diarista, que provavelmente ira me ajudar mais quando ele nascer…
    Faço janta cuido das roupas e dos dogs… Que são da pesada! Rsrsrs
    Adoro o bairro onde moramos, parece um interior dentro de SP. É Ótimo!

    Bom eu espero que eu consiga realizar esse projeto do blog, das coisas artesanais para ganhar uma grana… Gosto também de fazer maquetes eletrônicas… E vou por esses caminhos…
    Estou louuuca pra ser A Mãe do Sebastião rsrs
    Tbm sou capricorniana e meu marido bm…
    Ele trabalhaba com inteligência de mercado. Mas adora me ajudar nos projetos manuais…

    É isso rsrsrs
    Tenho 25 anos, ele tem 28.

    Vamos juntos que vai dar tudo certo!

    Fé! Rsrs

    Beijão
    Muita saúde e felicidade pra sua família e que DEUS CONTINUE NOS ILUMINANDO…

  6. Ai Ana, ler esses coisas eu não sei se me dá esperança ou desespero. Tenho 26 anos, uma filha de 1 ano e 4 meses e muita frustração no ramo profissional. Sou publicitária e trabalho numa agência em uma cidade no interior de Minas. O salário é piada e meu chefe, apesar da formação em comunicação social, é um quadrado sem remédio. Tenho uma vontade E NOR ME de chutar o pau da barraca e começar a fazer alguma coisa dentro de casa que possa me dar alegria e pagar as contas no final do mês. Minha paixão, assim como a sua, é decoração, mimos e mão na massa. Sonho todos os dias em acordar, pegar uma lata de tinta e sair pintando o mundo. Ainda me falta coragem, pois como mãe solteira, não posso me dar ao luxo de não ter uma renda fixa ali, todo mês, pingando na minha conta. Enquanto esse sonho não chega, vou me arriscando em pequenos projetos que faço pra minha casa mesmo, mas já tenho como objetivo pra 2015 sair da zona de conforto e começar a empreender. Nem que seja pintando um caixote por semana. E parabéns pra vocês, por você ser guerreira e conseguir aliar talento, paixão, família, renda e todas essas coisas que a gente vive em busca de realizar. A vida é pra quem quer. A felicidade, pra quem busca.

  7. Ana, você escreveu tudo o que eu precisava ler. Tenho muita vontade deter o meu próprio negócio, de trabalhar em casa com uma coisa mais artesanal, mas ainda não tive essa coragem. Caso em outubro e me preocupo bastante com isso, porque, assim como você, não consegui me achar em canto nenhum como funcionária.
    Apesar do cansaço que você relatou, deu pra ler nas entrelinhas a sua felicidade e satisfação com o que faz, e que se fosse preciso faria tudo de novo.

    Quero ser como você quando eu crescer! 😉
    Muito sucesso viu?

  8. Ana, cê sabe que sou sua fã muito antes de vir parar aqui. Fico impressionada como o seu relato é familiar pra muitas mães. Pra mim também. Acho que a diferença é mesmo perseverar e acreditar no que você faz, ainda que o retorno seja pequeno no início. Muito legal seu post! Parabéns! E que venham mais frutos desse trabalho. Vocês merecem muito!

  9. @Cláudia Bôaviagem,
    Claudinha, não é fácil, até hoje não é fácil, mas não existe outro caminho também né? Trabalho, trabalho, trabalho.
    Vou tentar depois deixar outras dicas aqui nos próximos posts, e espero que cada dia mais a coragem cresça dentro de você, hahaha. Beijo grande

  10. @Marina, Fe, sabe que entre tantos momentos de alegria estão muitos outros de desespero e erros. Comigo não foi e não é diferente. Até hoje vou levando umas pancadas, acredite.
    Vcs ainda são muito novos e tenho certeza que encontrarão o caminho certo para a essa nova família que está nascendo. Muita saúde pro Sebastião <3

  11. Nossa! De arrepiar!!! Que história, PARABÉNS pela garra e determinação! Sempre tive o sonho de montar uma loja virtual, ainda não comecei, mas se Deus quiser, depois do meu casamento(outubro/2015) eu vou começar a colocar este sonho em prática!!!! Amei, você é uma inspiração!!!!!

  12. Oi, Ana!

    Muito bacana ler sua história… Gosto muito do seu blog e das ideias de decoração…
    Eu reformei uns quadros na minha casa e mostrei na última postagem do meu blog, se quiser ver, fica o convite!

    Abraços, Iris

  13. Ana, estou vivendo esse dilema… não tenho filhos mas quero deixar o trabalho para abrir minha empresa, sou arquiteta e quero criar algum modo de fazer isso online. Fiz um blog para me salvar da monotonia do trabalho rs e é um modo de divulgar meu trabalho também. Acompanho seu blog tem alguns anos e admiro muito seu trabalho!

  14. Ana!!!!! Eu bem lembro do início… aliás, bem lembro do Prendadas, o início de tudo. Que fases…. quanta coragem, querida! Parabéns por ter seguido adiante. Sua história nos inspira. Por aqui também tem um combo de creche + diarista 1x semana. E, às vezes, tenho vontade de chorar dia sim e dia não. Enfim, a gente, muitas vezes, quer abraçar o mundo e nem sempre dá conta. Você conseguiu! Louca para ler a continuação dessa história.
    Um beijo!

  15. Me identifiquei demais com essa sua fase! A minha primeira tentativa de empreendedorismo materno foi bem parecida, mas não foi nada leve e acho que hoje faria tudo diferente! rs… Na época, cuidar da casa, do filho e do negócio era ‘obrigatório’ para mim, e eu me sentia péssima por não conseguir. E quanto mais eu me culpava por não dar conta, menos conta eu dava. Demorei muito para perceber que eu me exigia demais. Muito mesmo, mais de 1 ano, e só percebi de verdade quando me afastei dessa vida, voltei para o mercado tradicional, conversei com outras mães, com coach, com terapeuta rs… Percebi também que a minha cobrança quase me gerou uma depressão (ou talvez tenha gerado, sei lá).

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