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A bioconstrução da Casinha do amô e ensinamentos sobre o morar

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Eu sempre quis ter uma casa pra chamar de minha, pra enfeitar as parades com as coisas que enfeitam meu ser, pra ter ali o aconchego de um lar que fosse meu pouso nos vôos que nunca vou deixar de alçar nessa vida. Mas nunca pensei que essa casa seria construída aos moldes tradicionais, porque isso também não fazia parte do estilo de vida que minha família veio galgando nos últimos anos. O sonho era uma bioconstrução, um jeito de intervir no espaço que nos foi cedido pelo universo de forma consciente e sustentável, honrando esse presente da forma mais íntegra que poderíamos. Além disso, era muito importante pra nós mostrar à Tomé e Nina, nosso filhos, que poderíamos construir essa casa com nossas próprias mãos. Estaríamos assim, plantando dentro deles a consciência da auto-suficiência, essa utopia que nos move diariamente em tudo o que temos e somos.

Tínhamos então um terreno na Bahia para ancorar tamanho desafio, fruto de uma parceria bonita com um casal de irmãos que a vida nos deu. Um tanto de mil ideias, rabiscos no papel, muita euforia, nada de experiência, uma cadinho de grana, um monte de frio na barriga e aquela coragem adolescente que nos consome quando estamos perto de realizar um sonho imenso. Aparentemente tudo certo, não fosse o nosso atrevimento de querer expandir essa construção de algo que era nosso para o Brasil inteiro. O que pairava pelas nossas cabeças e corações era o seguinte: vamos nos arriscar a quebrar um padrão e construir nossa casa com as próprias mãos. Queremos ser essa referência para nossos filhos. Nosso intuito é ser coerente e responsável com a natureza. Porque não expandirmos essa experiência para outras pessoas e multiplicar tanta beleza em mil? Sim, vamos construir coletivamente e espalhar essa porra toda aos quatro cantos desse país.

Escrevemos então um post em nosso blog e fizemos uma chamado para qualquer pessoa que quisesse ser mão de obra voluntária nessa aventura. Generoso que é esse universo, recebemos já no primeiro dia cerca de 70 emails de pessoas interessadas em se achegar nesse movimento. No final das contas, foram mais de 180 boas almas que por lá passaram durante 08 meses de trabalho pesado, de aprendizado sem tamanho. Se quiser saber mais sobre como tudo aconteceu, lá na minha gaveta de devaneios particular tem um diário de bordo completinho sobre tudo isso.

Com o coração transbordando gratidão por todos os lados, hoje percebo quanta coisa foi construída em mim junto com essa casa. Confesso que quase enlouqueci algumas 30 vezes, mas a força de tudo me manteve sã para assimilar a quantidade de aprendizado que estávamos recebendo e espalhando por ali. Das coisas mais importantes que ficaram em mim, compartilho algumas, porque são relevantes para fazer qualquer pessoa acreditar que o mundo pode ser mais bonito se formos juntos:

  • Tudo o que é supostamente seu pode ser do outro também e, se você compartilha, acaba inspirando e movimentando uma corrente que move o mundo praquele lugar que você sempre quis ver. Sim, parece clichê, mas é bem verdade, te falo de cadeira;

 

  • Lidar com a diferença é uma parada que dá medo, mas te transforma de cima em baixo, toda hora. Convivi durante meses com mais de 180 pessoas, praticamente dentro da minha casa, de todas as cores, formas, culturas, expectativas, filosofias, comportamentos, etc. Cada uma delas fez um rebuliço dentro de mim, cada uma delas me foi espelho para curar um tanto de coisas no meu peito, cada uma delas partiu deixando algo pra me ensinar;

 

  • A força do coletivo, do fazer junto, da união é tão incrível que a gente nem faz ideia nestes tempos de individualismo desmedido. Jamais conseguiríamos erguer paredes de barro tão grossas e firmes se não tivéssemos tantos pés e corações para, juntos, amassar a terra que levantou a casa. Foram dias de muito trabalho, pandeiro e cantoria, crianças e adultos, celebração por tantos encontros bonitos ao redor de um projeto dos sonhos;

 

  • Cheganças trazem consigo partidas, um aprendizado incrível sobre desapego que foi vivido muito também por Tomé e Nina. Nasceram ali relações de muita amizade, afeto e amor, reencontros lindos com pessoas maravilhosas. Algumas ficaram por poucos dias, outras por meses, tem gente que volta até hoje. Entender a volatilidade da presença física e, ao mesmo tempo, a força dos laços enraizados com essas pessoas foi outro desafio. Deixar ir com os olhos marejados, aprender a desapegar da rotina lado a lado e entender que estar junto é estar dentro;

 

  • A gente precisa acreditar mais em nós mesmos e no outro, na humanidade inteira. Mesmo que isso seja algo cada dia mais difícil, mesmo que o mundo cão tente nos mostrar o contrário pela tela da televisão. Tivemos a prova concreta de que vale a fé nessa vida. Foram mais de 180 pessoas de todo Brasil (80% delas nunca tínhamos visto) que saíram do conforto de suas casas para ajudar nossa família a construir um lar, para trabalhar no sol forte da Bahia sem ganhar um real se quer. Além disso, foram mais de 10 mil reais arrecadados em uma vaquinha virtual para alimentar toda essa gente linda. Ou seja, mais muitas pessoas que estiveram por lá sem o corpo físico, mas que contribuíram com a realização de um sonho que era nosso. Cara, isso é incível demais e eu vibro no corpo todo uma gratidão infinita por cada uma dessas pessoas;

 

  • A gente pode tudo o que quer com o coracão. Ah, pode! Por mais que toda e qualquer dificuldade, zona de conforto, medo, qualquer coisa tente te bloquear. Se você tira a poeira da frente do desejo genuíno de fazer, fica ali a força do seu querer e ela é tão forte que se espalha e contamina mais um e mais um e mais um. Assim a gente inspira o mundo e acaba sendo um ponto de luz que se espalha e ilumina outros;

E tantas mais coisas que poderia fazer uma lista de 100 ítens aqui. Tudo parace muito clichê e utopia, mas se não fosse nada disso eu não teria a casa que tenho hoje. Houveram muitos momentos difícieis sim, mas ninguém falou que seria fácil. E nenhum destes perrengues conseguiu derrubar a beleza desta construção coletiva. Minha casa não é uma casa, é a memória palpável de vivências e ensinamentos que vou levar pra toda vida, mesmo se um dia tiver que deixá-la. Essa casa mora em mim tanto quando eu nela. Não tem um só dia que não abro os olhos pela manhã e sinto a energia de tudo e todos que passaram por ali. A Casinha do Amô, como foi chamada desde o começo, foi e é a chance mais bonita que o universo nos deu de conexão com nossa ancestralidade.

Trazer de volta as técnicas de construção dos nossos tataravós, honrar o respeito à natureza, retomar a força e a beleza da simplicidade, fortalecer a união do coletivo e da família. E essa reconexão com nossas raízes nos aproxima de nós mesmos, nos deixa mais perto da força que somos e só assim conseguimos dar um passo por dia para reformarmos essa imensa casa que é o mundo no qual vivemos!

Não poderia terminar esse compartilhar sem derramar a imensa gratidão que tenho no peito por cada pessoa que esteve conosco nesse processo: aos que estiveram por aqui colocando a mão na massa, aos que contribuíram com grana, aos que emanaram de longe boas energias e amor. Gratidão à Iside e Lorenzo, nossos parceiros nesse projeto, à minha mãínha e meus irmãos, que sempre foram apoio incondicional em todas as minhas aventuras, ao Hugo, por tanto suor, coragem e dedicação na guiança de todo esse processo, à Tomé e Nina, por serem a força de todo o amor que me move.

Rosa e verde: Também nas mostras de decoração

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Não é só a cozinha da Ruby (post anterior) e a minha sala de estar/janta/home office (em breve posto aqui, mas confere lá no Instagram @avoqueria), que estão na vibe rosa e verde tendência 2018 não, viu? (na verdade a gente nem liga muito pra essa coisa de tendência, né nom?). Mas recebi as fotos do Morar mais por menos BH 2018 e SÓ DEU essa duplinha maravilhosa de cores nos ambientes do evento.

Olha só quantos ambientes lindos, inspiradores e cheios de ideias boas pra quem quer combinar as duas cores com outros tons e elementos:

Cozinha

Studio 697 Arquitetura
Mariah Tanure
Marina Zambelli
Marina Peixoto

Bancada em granito branco siena; reutilização de água da pia para irrigação de horta; utensílios de cozinha como adorno; antiga prancheta usada como mesa; restauro de banco de ferro antigo; escumadeira usada como fruteira; latinhas de tinta para vasos de horta; luminária feita com varão para cortina; tampas cegas de elétrica para acabamento da luminária

Cozinha, ambiente de experiências e afetos. Nossa proposta foi equilibrar a sofisticação dos materiais contemporâneos, com as memórias afetivas presentes nos objetos, revestimentos e móveis reutilizados e customizados. Cada detalhe foi pensado com o intuito do visitante sentir-se parte do espaço.

Alprende momentos

Ana Luiza Guimarães

Vasos com moldura de bastidor de costura; pé de mesa reutilizado do ferro velho; cores, texturas e plantas como brasilidade; balanços em corda feitos artesanalmente.

Um ambiente de encontros: para momentos de lazer e boa conversa, onde passado e presente se entrelaçam. As cores, texturas e objetos escolhidos agregam memórias, personalidade e brasilidade. Os balanços em corda e vasos suspensos customizados imprimem originalidade e sustentabilidade ao projeto.

Jardim do restaurante

Vanessa Costa

Uso de espécies nativas da flora nacional; desenho no painel de MDF que remete a palinha usada nos anos 50.

Na mais bela essência de Brasilidade, o jardim traz espécies ornamentais nativas, elementos da arquitetura e design que remetem o modernismo dos anos 50, contrapondo com elementos contemporâneos. A proposta do jardim é integrar a natureza e a cidade, criar um espaço para repor as energias, aliviar a mente e descansar da rotina agitada.

Lavabo antigo novo

João Mariose

Luminária em pinus; reuso de MDF para divisória; cores da pintura remetendo a brasilidade.

O ambiente foi idealizado para fortalecer os costumes antigos, trazer uma nova identidade, buscar a tranquilidade e inovação de texturas, com uma cartela de cores neutras e o verde   para dar mais vida ao espaço.

Estúdio do hóspede

NovePontoUm Arquitetura
Maria Gabriela Belisário
Tiago Queiroga

Recuperação de peças antigas como a cama, fogão e frigobar; cabideiros em cabo de aço; divisória em tela de aço e pedras; banco em madeira de demolição; vasos de barro que remetem a brasilidade; bancada azulejada.

Com o intuito de manter a originalidade da casa e as marcas do tempo, o Estúdio traz à lembrança as fazendas mineiras, unindo itens garimpados ao mobiliário contemporâneo e às soluções customizadas, como bancada azulejada e divisória em tela de aço, imprimindo brasilidade e sustentabilidade ao local.

Quarto da blogueira

Viés Design
Amanda Silveira
Marina de Lara

Cabeceira com cabos de vassoura e desenhada com retalhos de marcenaria; mosaico de cabides; manequim personalizado com botões; criado mudo de mala antiga; decoração com sacolas, plantas e cinto

Na era das influenciadoras digitais, apresentamos um quarto inspirado nas necessidades de uma blogueira. Moderno e funcional, o quarto da blogueira cumpre a função de dormitório, escritório e espaço para fotos. A paleta de cores cria mosaicos e a criatividade dá novas funções para itens da moda.

As imagens são do Gustavo Xavier

Morar mais por Menos BH

Do dia 22 Agosto a 23 Setembro no Cidade Jardim =)

O Decoração Afetiva e a cozinha linda da Ruby

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Mulheres sempre vão mais longe quando se apoiam, isso é um fato. Há algum tempo venho fazendo uma listinha marota de mulheres que me inspiram pra divulgar aqui no blog e nas redes sociais. Uma delas é Ruby, que por esse nome maravilhoso já me faz querer saber mais sobre ela, chegar junto, marcar tarde de conversas e falar sobre decoração (E somos quase vizinhas, é uma vergonha que ainda não tenha acontecido, mas esse encontro vai rolar logo menos).

Ruby mora aqui em Recife, mas é natural de Porto Alegre. Ela tem um estúdio de decoração e design de interiores, o Decoração Afetiva, e a gente tá ali, na mesma linha gostosinha de pensamentos sobre o morar, sobre a relação que queremos ter com as nossas casas.

“Nascido em 2014, o Decoração Afetiva desde sempre é um apaixonado por casas e espaços de compartilhar. Sua missão é fazer com que o morador esteja mais perto e conectado com o seu espaço. Assim queremos que as pessoas se sintam mais felizes dentro de suas casas e dos seus espaços e que se reconectem e se redescubram.

O Decoração Afetiva é movido pelo calor do Brasil, pelas cores e pelo afeto. Aqui, a gente é apaixonado pelo #JeitinhoBrasileiro : Falamos todos os sotaques, provamos todos os sabores e amamos todos os contrastes. A gente gosta de saber que você se sente em casa, por isso trabalhamos com o resgaste e a conexão com esse lar. Aqui tudo é possível”
A cozinha linda da Ruby já saiu em revista, e é uma explosão de cores e organização, daí eu pedi as fotos pra mostrar pra vocês, olha só:

 

Ruby segue fazendo projetos e atendendo pessoas queridas pelas bandas de cá. Quem estiver no país Pernambuco e na vizinhança POA, chama essa gata garota que ela é demais! Mas ela também projetos online num preço maroto, entra em contato que super rola.

Que tal acompanhar o trabalho massa de uma mulher arretada? Segue aqui no Instagram e curte a Fanpage dessa joia rara =)

 

 

O antes e depois da minha varanda colorida!

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Quando decidi me mudar para esta casa estava ciente que ela era um tanto grande, e por isso arrumar os cômodos seria uma tarefa demorada, partindo da ideia de gastar o mínimo possível conciliar o tempo doméstico com o trabalho no escritório, alguns cômodos se arrastam até hoje, embora com o tempo tudo se ajeita!

Para melhor entender…assim que chega na minha casa, um sobrado amarelo com fachada medonha e janelas de ferro, se depara também com a sacada, ela dá acesso a duas portas: a 1° é a porta principal de acesso a sala, é por lá que costumo receber amigos e pessoas queridas. A segunda porta dá acesso a cozinha, é importante lembrar que a segunda porta NÃO É PARA VISITAS, e quando você entra por ela,  um unicórnio feliz morre no jardim das portas encantadas, Brincadeiras à parte! (Mas eu estava falando sério referente a 2° porta).

Costumo reformar os cômodos por partes, e faço isso conforme minha necessidade, sou uma pessoa agitada por vezes, mas meu coração é calmo e aprecia uma deliciosa xícara de chá enquanto espera o pôr do sol, um cafezinho rápido na sacada ou um suco de laranja nos dias de sol quente. Porem fazer tudo isso estava impossível, sempre que pensava em apreciar este cantinho da casa uma parte de mim morria ao ver as paredes brancas sujas pelo tempo, ou eu mudava esta situação ou mudava de endereço.

Vamos que vamos, sei que estou falando demais! Acho que eu costumo ser assim sempre, mas enfim… A sacada é estreita praticamente um corredor com 2 portas, 2 bancos pretos de plástico e algumas flores um tanto mortas (sim eu já estou cuidando bem das plantas, obrigada!). Essas cores me dão medo, branco e preto certamente não fazem parte da minha cartela ampla e colorida, por conta disso a cor escolhida para as paredes foi a Pedra do Mar da Sherwin Willians a tinta é para alvenaria a base de água, para dissolver a tinta em água, aconselho você colocar água aos poucos e ir mexendo até que a tinta chegue a uma mistura pastosa nem muito fina e nem muito grossa, ou melhor, aconselho você correr lá no Instagram do @bixadecora e olhar o storie “Sobre pinceis” você certamente vai entender melhor o que eu tentei explicar.

Não é só de tinta que se constrói uma parede colorida, pois bem… paredes pintadas e agora chega a melhor parte, a de colocar ainda mais vida, uma cor pode ser linda, mas acaba perdendo a graça quando está só (levem isso para a vida, e parem de trabalhar com uma única cor, elas ficam triste sozinhas) sim… quem me acompanha pelo insta sabe que tenho muitas cadeiras, e muitas cadeiras amarelas, entenderam? Amarelo, Pedra do Mar, Sacada, misturar a porra toda e tudo, ops falei palavrão sorry!

Cadeiras postas, e lá vamos nós improvisar uma mesa pequenina, ali será palco de muitas xícaras, hehe para isso precisei de um caixote de madeira e um tampo que cortei no tamanho que melhor me atendeu, prontinho aqui está….

Mais apetrechos por favor! É claro que uma sacada feliz precisa de plantas, principalmente plantas vivas e sadias, distribui conforme o espaço que tinha, a Junqueira ganhou até uma roupinha de tricô com acabamento rosa, comecei a fazer em 2005 e terminei quando finalizei a sacada rsrs.

Tenho amigos maravilhosos e são eles que costumo ganhar plantinhas, foi inclusive uma amiga do coração que me deu este filtro dos sonhos lindo e esvoaçante posso dizer que foi a cereja do bolo. O quadrinho com máquina de escrever comprei na rodoviária de Curitiba por 5 reais. E o que dizer do quadrinho colorido que ganhei do meu amigo Tom? Certas palavras se encaixam perfeitamente no momento que vivemos, sinto isso todo dia que passo por este quadro.

Bom e é isso!! Não entrei muito em detalhe de valores pois costuma mudar com frequência de período em período e de lugar para lugar, mas se ficaram curiosos me perguntem lá no insta, não se esqueçam de me visitar e sair para a sacada tomar aquele cafezinho.

 

Espero vocês, beijos!!!

Aposte na decoração contemporânea do seu quarto

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O estilo contemporâneo está cada vez mais presente em nosso dia a dia e tem agradado a muitos na hora de decorar.

Principalmente para quem busca algo inovador, e que possa fugir um pouco da decoração infantil tradicional, sem dúvida irá encontrar na decoração contemporânea muitas inspirações.

Quadros, luminárias futuristas, cortinas com design diferente, ou até mesmo um lençol de elástico confortável e funcional. Cada detalhe faz a diferença quando o assunto é decorar.

Confira dicas e aposte na decoração contemporânea do seu quarto!

Características do estilo contemporâneo

Se você quer apostar na decoração contemporânea para mudar o seu quarto, precisa compreender primeiro um pouco sobre algumas características que contemplam este estilo.

Com a ideia de compor espaços mais clean, o estilo contemporâneo trabalha com conceitos que valorizam as linhas retas, formas puras, cores claras e escuras, porém, sempre focando na união de função e estética.

Alguns detalhes sutis acabam trazendo mais leveza ao ambiente, outra importante característica do estilo contemporâneo. Por exemplo, um aconchegante lençol branco, contrapondo com almofadas coloridas caem muito bem no quarto, que é um ambiente mais intimista e que deve imprimir a personalidade de seu dono.

Destaque materiais, cores e texturas

É importante ressaltar que quem deseja apostar no estilo contemporâneo não deve se esquecer sobre o quanto é essencial valorizar os espaços, utilizando móveis com dupla funcionalidade, além de saber aproveitar a iluminação como aliada na composição do espaço.

Você pode trabalhar com diversas cores e texturas, desde que foque nos tons parecidos, deixando de lado aquele colorido mais pesado.

É a sutileza que deve prevalecer na hora de compor um ambiente contemporâneo, seja para quarto infantil ou de adulto. Aposte na parede que imita quadro negro, uma poltrona azul para contrastar, cortinas leves, tapetes de tom único e elementos de artes.

Não se esqueça das roupas de cama, que devem ser confortáveis, com lençol de algodão, edredom e fronha com estampas modernas.

Viu, como pode ser fácil e divertido apostar na decoração contemporânea do seu quarto?

 

Decoração de apartamento de 157m² cheio de detalhes e coleções

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Mais um projeto pra te inspirar, com detalhes e soluções ótimas. Confesso que estou com inveja dos vasos com rolhas, agora que sou uma tomadora oficial de vinhos, hehehe. Será que eles já tomaram isso tudo, gente? <3

Vamos lá…

Com acabamentos antigos e layout que não atendia a família, um casal sem filhos, o apartamento antiquado, localizado na zona oeste de São Paulo, precisava passar por uma reforma radical. Tarefa que coube a arquiteta Ana Yoshida, que transformou os principais ambientes do apartamento de 157 m², em um projeto que abrange a sala de jantar, living, hall de entrada, adega e quarto do casal.

As salas ganharam novos móveis, mais modernos, e um novo layout que privilegia a interação. As coleções de objetos e de carrinhos, trazidas de viagens e expedições feitas pelos proprietários, apaixonados por viajar e explorar o mundo, ganharam um móvel somente para elas, se tornando assim a atração do living. Até lugar para guarda-chuvas e plantinhas a marcenaria privilegiou tudo, devidamente desenhado por Ana Yoshida e sua equipe.

   

Ana Yoshida Arquitetura e Interiores
Av. Morumbi, 1660, Jardim Guedala
(11) 3477-7326
www.anayoshida.com.br

O papel de parede do quarto Frida

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Que história é essa de quarto Frida? Pois é, não foi a toa que meu home office ficou na sala, queria além de aproveitar mais os espaços, deixar um dos quarto do apartamento vago pra um quarto de hóspedes. Não ia contar, mas vou contar, heheheh: Lembram que falei que iria abrir as portas da minha casa para conhecer mais de perto todo mundo que me acompanha durante esses 10 anos de blog? Estou terminando de decorar o quarto Frida e ele estará disponível no AirBnb. Mas esse é um papo pra quando formos anunciar oficialmente essa novidade, combinado?

O que quero mostrar mesmo pra vocês é o papel de parede que escolhi, essa maravilha de cactos por todos os lados, da loja Papel na Parede. Como é adesivo vinil, a aplicação foi daquele jeitinho de costume: tira, posiciona e passa a espátula (que já vem no kit). A qualidade da impressão é ótima <3

Pra quem se interessar, o danado ainda tá em promoção no site, com 40% de desconto!

As imagens da capa do post foram pinadas no Pinterest e estão servindo de referência pra blogueirinha aqui. Alías, se tu nao me segue lá, clica aqui e vem. Uma pasta inteira de Frida procês

 

Todo mundo pode ter uma casa de revista!

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Modéstia parte gosto muito do meu lar, embora seja uma casa muito simples acaba sendo referência entre amigos e alguns familiares, lá uma vez ou outra sou escolhido para dar pitacos em casas alheias, rs.

Pensando desta forma decidi selecionar algumas dicas:

1° Repare em suas roupas, elas dizem muito sobre você e seu estilo.

2° Separe estilos de decor que você gostaria de seguir (escandinavo, vintage, rústico, industrial etc). Agora que já selecionou, joga tudo fora!! Caralhooo você está na sua casa e por aqui TUDO pode.

3° Paredes representam mais de 50% da sua decor, uma dica supimpa para você deixar ela igual ao Rodrigo Hilbert, é salvar imagens de alta qualidade em sites como o Freepik por ex, depois você leva em uma gráfica e pá! Temos um quadro muito mais econômico! Dica de ouro: se puder imprimir em placas de PVC o material é mais barato, resistente e fácil de limpar e pode ser colado com aquelas fitas que salvam a vida (#DUPLAFACE) Mas…. Se você é igual a mim, vai adorar mesclar os quadros com cestos de palha ou espelho trazendo o inusitado para sua parede, não podemos esquecer também que mandalas e produtos artesanais é foda.

4° Compre plantinhas em supermercado, são bem mais baratas, pois querem se livrar mais rápido por conta da pouca demanda. Agora eu disse PLANTINHAS! Flores e arbustos mais rebuscados devem ser comprados em floriculturas e feiras. Ah!Não esqueça de cuidar das mesmas, são plantas e não camelo, precisam de água.

5° Substitua os móveis populares, sem duvida é a melhor coisa que você fará na vida, em outras palavras você subiu, venceu, superou e neste momento estou te glorificando em nome de Caetano Veloso (#pqnãosouumabixapop). Tudo bem que as vezes a gente precisa, não vou ser tão dramática, porém podemos ir até aquelas lojas chamadas de “Moveis Usados”. Lá você vai encontrar peças caindo aos pedaços, ISSO NÃO É LINDO? Logo vamos reformar e todos ficarão morrendo de inveja de sua peça “nova” que custou apenas $. Costumo garimpar muitas peças boas em classificados da cidade pelo jornal ou pelo face, afinal, estamos na era digital.

6° Pinte as paredes! Uma lata de tinta varia muito de preço de cidade para cidade,mas para fazer pequenos charmes em paredes, tenho certeza que você irá gastar quase nada.

7° Invista consciente.Gosto de investir em detalhes pequenos como uma porcelana ou decoração diferenciada.

8° Envelopar moveis ou paredes com contact é quase um caminho sem volta. Depois que fizer isso pela primeira vez, você vai fazer para sempre, pois é rápido e econômico.

9° Tenha uma xícara amarela! Ela não traz riqueza nem nada, mas você pode beber café.

10° Aprenda a costurar, tricotar, se alimentar, arrume a mesa posta para você mesmo, coloque a mão na massa, sua casa é feita de detalhes, os seus detalhes.

Se você seguir essas dicas, você pode sim ter uma casa de revista ou não, porem o mais  importante é que é a SUA CASA.

 

5 dicas para escolher o rodapé da sala

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A sala de estar é um dos principais ambientes da casa. É nela que tiramos um tempo para descansar, se desligar do mundo na companhia de um bom livro ou recebemos os amigos para jogar conversa fora.
Por se tratar de um local aconchegante, a sala de estar também é um dos cômodos que demandam atenção especial quando o assunto é decoração e revestimento. Pensar em cada detalhe do cômodo, indo do chão ao teto, é essencial para quem deseja uma sala de estar bonita, confortável e decorada
de acordo com sua personalidade.

São as cores nas paredes, a arrumação dos móveis e a escolha do piso ideal que fazem da sala da nossa casa um lugar tão especial para nós. Contudo, tem um elemento em especial que pode surpreender e fazer toda a diferença no acabamento: o rodapé.


Os rodapés são muito conhecidos como elemento de proteção para revestimento de paredes, funcionando como acabamento do piso. Com o tempo, eles também se tornaram importantes itens de decoração para casa. Mas como escolher o rodapé ideal para a sala de estar?

Defina o material do rodapé

Existem rodapés de diversos materiais, como Rodapé de Plástico, Rodapé de Pvc e Rodapé de Poliestireno. Para definir a escolha ideal, leve em conta o acabamento que você deseja para sua sala de estar e as características do cômodo.

Leve em conta as características da sala

Alguns tipos de rodapé podem enfrentar dificuldade em ambientes externos ou expostos à umidade, como áreas de lazer, banheiro e cozinha. Embora o assunto seja sala de estar, se lembrar disso pode te levar à escolha de um rodapé mais resistente, podendo ser utilizado tanto na sala quanto em outros
cômodos.

Selecione o tamanho mais adequado

Muitos rodapés costumam seguir o tamanho padrão de 7 a 10 centímetros. Entretanto, é possível encontrar modelos que chegam a 30 centímetros no mercado. Sinta-se à vontade para escolher o tamanho mais adequado para sua sala.

Escolha a cor

Você pode escolher cores básicas e neutras se prefere ambientes limpos e mais tradicionais, mas também pode optar por cores mais escuras, dando um toque de elegância à sua sala de estar, ou apostar nos tons coloridos, escolhendo uma decoração mais moderna.

Pense em combinações

Foi-se o tempo em que rodapés eram aplicados seguindo o padrão do piso. Para quem investe na decoração da casa, pensar em combinações diferentes de cor e variações de material pode ser uma ótima ideia.

Afinal, qual é a maneira correta de afiar faca?

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Essenciais na rotina diária, as facas são utensílios que nos auxiliam tanto no preparo de pratos, como na hora de consumi-los.

Existem facas para diversas ocasiões, e conforme vamos usando, elas acabam precisando de manutenção.

Para que o preparo das comidas ocorra de forma eficiente, alguns chefs e donas de casa sempre verificam as lâminas das facas antes de começar a cozinhar.

Itens necessários e como afiar facas

É possível afiar a faca em casa? Sim, mas você vai precisar de uma chaira, uma pedra de amolar com duas faces, sendo uma mais grossa e outra mais fina, um pano úmido e um recipiente com água.

Pegue a pedra de amolar e coloque no recipiente com água, deixando descansar por pelo menos três horas. Esse processo é fundamental para poder hidratar a pedra para você conseguir afiar a faca da maneira correta.

Depois, retire a barra e coloque-a sobre o pano úmido em cima de uma mesa para ter maior estabilidade, evitando assim acidentes.

A parte grossa da pedra fica para cima, agora pegue a faca que você precisa amolar, passando a faca na pedra da ponta até a base.

Capriche no acabamento

Depois, o acabamento final você faz passando a faca de cozinha do lado fino da pedra. Isso irá proporcionar mais uniformidade.

Finalize com a chaira, deslizando a faca da base até a ponta. A chaira garante apenas que o fio da faca fique certinho, deixando a faca afiada por bastante tempo.

Faça isso com seu conjunto de facas!

 

Casas são asas e raízes

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{Hoje é dia de Manu!  Essa mulher incrível foi um encontro bom que a vida me presenteou lá em 2013. De lá pra cá nossas vidas mudaram tanto, até que estamos aqui de novo, conectadas através de uma ideia do morar que vai muito além das nossas paredes. É uma honra sem tamanho tê-la aqui comigo nessa nova etapa. Manu é resistência afetiva no morar. Bem-vinda, família tão especial}

Venho de um povo no qual a casa mora para os encontros. Das lembranças mais fortes, tenho a casa da Bisa Ioió e seus domingos cheios de primos, uma mesa enorme de lanche e as duas geladeiras sempre cheias, uma de gostosuras doces e uma de salgadas. Do outro lado da família a casa da vovó Branca e vovô Zé, com almoços e festas familiares cheias de alegria e a sensação de estarmos sempre em carnaval. Foram lugares onde passei toda minha infância e, olhando pra trás, vejo que foi ali que nasceu em mim a casa como memória e afeto.

Passei a adolescência inteira pulando de apartamento em apartamento, vivendo a delícia de desbravar o mundo naquela paixão dos 20 anos pra tudo que a vida apresenta. Meus pousos eram frios, nunca meus, abrigavam meus sonos e poucas horas de descanso entre estágios, estudos e baladas. Mas o lugar de voltar estava sempre ali, a casa de mãínha era um abraço longo e confortante para o qual eu sempre tinha a mochila pronta pra voltar quando a saudade rasgava o peito.

A vida de gente grande me chegou em cidades enormes, onde eu percebia a relação das pessoas com seus espaços físicos de forma curiosa, sem muito entender onde morava a casa dentro delas. E eu, sempre de lá pra cá, tentando buscar naqueles lugares o que me traria um cadinho que fosse de pertencimento: um mural de fotos, plantas, objetos de família, qualquer coisa que me remetesse ao lugar de onde vinha.

A liberdade aquariana nunca me permitiu voltar pra casa da família, o mundo era tão doce pra mim em minhas aventuras porque eu sabia que tinha pra onde voltar, aquele abraço de mãínha estava lá pra quando eu quisesse. Onde quer que eu fosse, minha casa eu carregava dentro de mim. Até ganhar de presente um filho no ventre e a vontade de dar a ele todo esse afeto em forma de casa que sempre tive de maneira tão marcante. Hoje, na Bahia, vivemos em uma bioconstrução que tem sido o projeto mais incrível da minha vida, porque aqui conseguimos colocar em prática todo o sentimento que tenho sobre o que é um lar para muito além de uma estrutura física de morar. De forma bem resumida, esse projeto começou há dois anos atrás, quando fizemos um chamado na internet para voluntários que gostariam de nos ajudar a construir esse ninho de barro, pedra e madeira. Foram mais de 180 pessoas durante 10 meses colocando a mão na terra e o coração na casa. Tanta história e memória que não cabem nos seus 100m². Para quem quiser saber mais, lá no Facebook tem uma página com todo o histórico de textos e fotos desse processo. E logo também venho trazer aqui um pouco de como foi tudo isso.

Hoje, diferente dos tempos de andanças, vivo este espaço quase que 24 horas por dia. O que significa que aqui encontrei campo aberto pra criar essa relação tão afetiva e amorosa com minha casa. Sinto que ela me habita, cada dia mais, como a extensão de todas as memórias familiares das quais nunca me desfiz. Ao mesmo tempo, a construção de mais tantas outras que vêm nascendo com minha família, meus amigos, os voluntários que sempre voltam para casa que é deles também. Passo meus dias enfeitando as paredes com plantas, desenhos das crianças, inventando moda, cuidando dos jardins, acendendo incensos, trocando coisas de lugar, recebendo mil crianças pra brincar e bagunçar tudo o que eu acabei de arrumar (vivemos em uma fazenda com mais 17 famílias e 32 crianças). Chega gente, água pra passar café fresco, prosa boa, sai gente, mais visita, estourar pipoca pras crianças, compartilhar emoções da vida cotidiana, rir, chorar, varrer mil pipocas no chão, molhar as plantas enquanto conversa, mil universos se encontram dentro de um só lugar.

A casa da gente é, pra mim, a raiz forte que nos traz essa sensação de pertencimento. E, ao mesmo tempo, a certeza de que posso levantar vôo a qualquer momento porque tenho um porto pra pousar. Casas são asas e raízes. São infinitas possibilidades de ser, são representações físicas da nossa energia não palpável, são nossas memórias ancestrais expressas em cores e formas, é o nosso coração pulsando fora do peito todo o amor que vibramos aos nossos. Aqui meus filhos vivem descobertas rotineiras e têm seus mundos expandidos continuamente, na casa que eles ajudaram a construir também, com pedras de barro na cabeça que nem dois banhos seguidos conseguiam tirar. Memórias fortes como as paredes que aqui estão nos acolhendo. A casa é o acolhimento de todo desenvolver pessoal e espiritual de cada um de nós, nosso espaço sagrado onde aprendemos a reconhecer mágicas em pequenos rituais cotidianos. Crescemos junto com ela, estamos nos transformando junto com ela. Somos um corpo só que se acolhe e se cuida, que cresce com intensidade e com o amor na guiança, isso sempre.

Tagarelei demais, né? Empolgação de quem acaba de chegar nessa casa tão bonita que já frequento há algum tempo, mas até então apenas olhando pela janela. Sou imensamente grata pela oportunidade de estar aqui compartilhando devaneios que se espalham para encontrar outros iguais, ou não. Limpo meus pés sujos de areia da praia para entrar e honro esse chegar com o peito cheio de gratidão!

{Blog: Notas sobre uma escolha}

Fenearte 2019: Os meus favoritos

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O título desse post em partes é algo muito injusto. Ontem fui visitar a nossa querida Fenearte (pra quem não conhece, é a maior feira de artesanato da America Latina, sem levar em consideração a megalomania pernambucana, rs), mas só cheguei até a rua 13, são 21. Ou seja, não vi tudo, não cheguei sequer a entrar em todos stands e visitar artesãos que queria. São só os favoritos do que pude conferir e olha que poderia ser uma lista de 50 favoritos.

O melhor é realmente tirar um dia inteiro ou dividir a sua visita em dois ou três dias, colocar uma roupinha confortável e ir preparada pra fazer seleções de prioridades na sua cabeça ou contas na ponta do lápis do que você pode gastar, porque são tantas coisas incríveis e lindas, são tantos trabalhos originais, únicos e com preços ótimos, que fica difícil manter o controle.

O mais legal da Fenearte é a quantidade de contatos que você faz com os artesãos. Mesmo que não possa ou não queria comprar na feira, é possível bater um papo com todos e combinar compras futuras, geralmente pessoas super simples e queridas.

Bem, vamos deixar de papo. A Fenearte é GIGANTE em muitos aspectos, tem toda uma infraestrutura pra receber os visitantes e conta com uma programação massa, como desfiles, apresentações culturais, rodadas de negócios, oficinas e muito mais. Aqui na página do evento vocês encontram todas as informações.

Aqui os meus escolhidos nesse primeiro dia (Pretendo voltar lá no sábado):

Os azulejos lindos da Celene Muniz, @celenemuniz 

Os vasos e outros objetos, como esse cinzeiro fofo, do pessoal da Artes Chalegre, @arteschalegre

As luminárias e cestos do Artesanato Cana-brava, um coletivo de mulheres de Goiana, interior aqui de PE, @artesanatocanabrava.

Tem o Invanildo também, que faz essas esculturas lindas e é la de Tracunhaém, @invanildotracunhaem

Apesar de ir focada nas coisas de casa, na feira encontramos de tudo: vestidinhos, acessórios, sapatos e sandálias e por ai vai…Aqui os colares lindíssimos da Banana Store, @instabananastore

As almofadas e mantas bordadas da dona Dirce, presidenta da Associação das bordadeiras de Taguatinga, interior de Brasília, que tem página no Facebook.

Na alameda dos mestres, o querido e simpático Zuza, que tratou de me dizer que estava com a barba grande lá no meu storie, mas que manda as suas artes sacras pra todo o Brasil. Que crush, gente!! (Ele anotou o endereço do blog e disse “Vou virar seu leitor, seguidor e amigo”). Aqui a página dele no Facebook.

As pinhas e coadores de café da Ana Rios, tudo tão lindo e colorido, @anarios.atesanato

As Fridas da arteterapeuta e artesão Simone Maior, @simone_maior

E esse móvel INCRÍVEL todo feito sob encomenda e totalmente personalizado, de uma engenhoca maravilhosa que me deixou muito boba pelo trabalho do pessoal da Casario Criativo, @sigacasario

As luminárias também são deles, @sigacasario.

E esse cactos maravilindos de cerâmica são do Espaço Arteiras (Fiquei muito louca nesse espaço, muito maravilhoso), @espacoarteiras

Se vocês entrarem em cada endereço e instagram linkado nesse post um mundo de encantamento artístico se abrirá, viu? Vou tentar voltar lá e também conhecer melhor o trabalho dessas pessoas pra mostrar posteriormente mais detalhes e histórias por aqui.

Lembrando que a Fenearte acontece até o próximo domingo, dia 15/07, e que o grande homenageado esse ano é o Mestre Salu, um dos maiores representantes da nossa cultura pernambucana.

A entrada custa R$10 (inteira) e R$5 (meia). Quem for ou estiver por aqui, não deixe de conferir!

8 dicas para escolher móveis para ambientes pequenos

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Temos uma categoria especial aqui no blog apenas para “ambientes pequenos”, e não é à toa Segundo esse infográfico publicado no O Globo, os apartamentos de dois quartos vieram perdendo espaço ao longo das décadas, quanto mais novo o empreendimento (em sua maioria, esqueçamos aqui os padrões luxo), mais são reduzidos os metros quadrados

Muitos truques e exemplos ótimos já foram mostrados aqui no blog sobre como é possível morar dentro desses “apertamentos”, tendo conforto, praticidade e uma casa linda, mas hoje vamos falar um pouquinho sobre como os móveis que escolhemos podem influenciar num ambiente mais harmônico e funcional?

Minha mãe mora com o marido num ap de um quarto, bem pequeno. São só os dois, estão de boa, perto da praia, vidinha tranquila, mas SÓ QUE Dona Rosário tem uma mesa de 6 cadeiras, levou um antigo sofá meu, imenso, e ainda tem uma mesinha de escritório, um buffet e um armário de parede no mesmo ambiente, OU SEJA, se você chegar lá, se prepara pra ficar com as penas roxas. Simples assim, rs.

Então, por favor, não seja minha mãe (ela vai me matar) e se liga:

  1. Móveis retos são os mais adequados. Design simples, atemporal, que permite encaixes, que ocupam os espaços sem sobrecarregar também o visual geral do seu ambiente.
  2. Preze pela versatilidade. Sabe o banquinho que você pode usar na cozinha e também no quarto quando precisar pegar algo nos armários? O rack que tanto cabe na sala de estar, mas que em outro momento poderá ser usado como um aparador na sala de jantar?
  3. Priorize as necessidades da sua família. Se só você e outra pessoa moram no apartamento, pra quê uma mesa retangular de 6 cadeiras? Quando as visitas chegarem, improvise com as cadeiras da varanda. Mesa com pé central e cadeiras sem braço, viu?
  4. Demarque no piso e use uma trena pra medir no ambiente, antes de fazer a compra de qualquer móvel. Ter a real noção do quanto vai ocupar o móvel no cômodo é fundamental.
  5. Opte por móveis baixos e com formatos longilíneos, para ganhar em comprimento. Os móveis mais altos devem ser reservados aos armários dos quartos, da cozinha e área de serviço.
  6. Cabideiros, arandelas, nichos e prateleiras ajudam na liberação de espaço. Atenção com carinho aos “suspensos”.
  7. Móveis claros também são os mais aconselháveis. Nada de cores escuras, pesadas ou muito fortes.
  8. Os que possuem porta de correr também são mais aconselháveis, isso é tipo MUITO importante, rs.

E depois de todas as informações, agora vem uma sugestão para quem não sabe por onde começar: A Aiup é uma loja online bem massa, que tem uns móveis BEM lindos e que são ideais pra quem mora apertadinho, rs. A linha Sensilla é linda, compacta, clarinha, um design lindo e bem acessível:

mesa de centro pode ser usada não só na sala, mas também servir de mesa de apoio quando receber os amigos. A estante Sencilla é muito versátil, pode servir para guardar livros e objetos de decoração, mas também ser usada no quarto ou no seu home office. O criado-mudo é ideal pra quem quase não tem espaço ao ladinho da cama (meu caso), mas não dispensa um apoio para os livros, celular e o copo d’água ao lado da cama. O biombo separa os ambientes sem pesar e é muito charmoso feito todo em ripas, né? Não atrapalha a iluminação e ainda divide dois espaços. O rack Sencilla é o resumo de todas as nossas dicas acima, muito ideal para ambientes compactos, coisa mais linda <3

Todos os móveis acima vocês podem encontrar na Aiup, loja online que entrega para todo o Brasil. Cada móvel mais lindo que o outro, peças assinadas por designers, mas com um precinho massa e acessível. Mãeeee, olha esse post, meu amor!!!

Site/loja: Aiup– Móveis de Madeira

Instagram/Facebook

Casinha Raiz: o começo e o recomeço

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Gravatá, Pernambuco, 1960.

Gravatá, Pernambuco, 1994.

Meu pai e eu. Praticamente tínhamos a mesma idade quando moramos algum tempo nessa casinha.

Meu avós veraneavam na cidade, mas depois decidiram morar por um tempo com os quatro filhos. Trinta e quatro anos depois, meu pai voltava com sua família: eu, minha irmã e minha mãe. Na época a casa era ocupada por um irmão do meu avô, um senhor solitário e esquizofrênico, que morou por anos enquanto ainda estava vivo. Morreu logo após a nossa chegada.

Após alguns meses meu pai ficou desempregado e fomos morar na casinha que estava desocupada. Ela já era meio esquisita com paredes desenhadas pelo meu falecido tio, e sim, era uma casa que alguém tinha morrido dentro, uma casa que os vizinhos falavam ser mal assombrada, heheh. Tudo muito simples, tinha um bom quintal e um quarto que cabia o nosso beliche, mas lembro que minha mãe se desfez de alguns móveis e foi um pouco frustante pra ela.

Achei estranho o chão ter umas partes que saiam areia (piso quebrado), usar um baldinho pra descarga e acordar com minúsculas folhinhas secas do pé de algaroba em meu rosto que caiam pelo telhado. Na minha visão de criança, era uma casa divertida, mas sabia que estávamos vivendo em um lugar muito diferente de todos que já tínhamos morado.

Foi nessa casa que descobrimos o valor de coisas que não tem valor, como uma calçada cheia de amigos todas as noites, mas foi nela também que aprendemos a viver com quase nenhum conforto. Lembro que em algum momento senti vergonha dos que chegavam, em outros desejei já ser uma blogueira que consegue mobilizar empresas do ramo de construção (tá, brincadeira, naquele tempo a internet nem existia de fato para os mortais), e muitas vezes pedi em silêncio que meu pai nos tirasse dali o quanto antes.

Esse é o primeiro post de uma série de posts e de uma volta ao passado. Não sei se consigo chamar de “projeto”, prefiro dizer que é mais uma etapa de uma história que teimamos em rescrevê-la com um final feliz. É sobre ter menos, sobre simplicidade, sobre ressignificar um monte de coisas dentro e fora da gente.

Após 24 anos estamos voltando. Carinhosamente apelidamos de casinha raiz e vamos mostrar o que faremos a partir de agora com tantas coisas ainda pra serem vividas. Espero que de alguma forma a nossa história leve um monte de gente também para lugares e sentimentos que foram deixados pelo caminho.

É isso, pipous!

(Sei que nem todo mundo tem Instagram, mas por lá já consegui mostrar um pouco mais da nossa casinha raiz, tá bem nos destaques do perfil. De toda forma, vamos ter muito assunto, vídeos e fotos sobre tudo isso por aqui também. Estamos só começando).

Estejam comigo <3

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Tivemos uns probleminhas internos no servidor e programação e daí muitas reparos tiveram que ser feitos no último mês, até termos que migrar para uma nova casa e aqui estamos, após 30 dias de  ausência, perdón! Agora garanto que vocês terão mais estabilidade e rapidez navegando por aqui. Quanto ao layout, ainda estamos verificando e organizando, então de repente aparecerão algumas coisas estranhas, mas tudo estará pronto logo mais, belê? =)

Mas antes de começar a postar conteúdo novo,  quero falar com vocês sobre alguns pontos importantes:

-O ACQMVQ terá novos colaboradores e uma diversidade maior de temas abordados. Só gente linda, criativa e com olhares significativos sobre o morar.

-Inciaremos um novo projeto: A casinha raiz. Nele vou mostra um pouco da história da minha família, com a participação do meu pai, hahaha, prometo que vai ser massa.

-O progresso da decoração do meu novo ap. Já mostrei aqui onde estou morando agora, mas só a partir desse segundo semestre partiremos para a decoração de cada cômodo.

-A “desvirtualização” do ACQMVQ. É incrível a necessidade que brota em mim a cada ano em ter mais contatos presenciais com as pessoas que me acompanham. Na verdade me sinto nadando contra a maré, porque quanto mais aparecem mídias e redes virtuais, mas quero chegar nas pessoas através do contato cara a cara, do abraço, de um sentimento maior de presença, ainda que mais limitado (já que inicialmente não poderei colocar minhas ideias em prática por todo o Brasil). É claro que chegar no Youtube, no IGTV são coisas extremamente importantes pra interagir com o meu público, mas já cansei de me pressionar e de me sentir culpada quanto a isso, então respeitarei o meu tempo, meu ritmo de vida e os meus propósitos.

-Continuaremos com posts de parceiros comerciais que confio e que ajudam a manter todos os custos do ACQMVQ e as minhas contas, hehehe. Assim como também continuaremos a postar projetos inspiradores de escritórios e arquitetos e qualquer outros posts relevantes feitos sob a minha curadoria (uia), hahaha.

-E estaremos naquela pegadinha das redes sociais. O Instagram do blog seguirá com mais postagens autorais (segue lá @avoqueria), o Pinterest já está sendo todo atualizado e reorganizado, e o Youtube já já chegará com o Programa Fazer o quê? Que também precisou de uma pausa maior do que a que tínhamos programado, mas que estará sendo lançado logo menos.

É isso, pipous. Ter um blog hoje em dia virou ato de resistência, ser mãe solo e ter que administrar tantas coisas na minha vida sozinha e ainda ter um blog, virou ato de coragem. Falo por mim, mas é isso que gosto de fazer e o que venho fazendo há dez anos, então estarei aqui pelo menos por mais dez. Com hiatos, com projetos paralelos, com os dramas e conquistas.

Estejam comigo <3

10 Dicas para tornar seu apartamento mais amplo

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Há muitas soluções fáceis que ajudarão a tornar seu pequeno espaço mais amplo, cada vez mais multifuncional e totalmente moderno, tudo ao mesmo tempo sem ter que fazer uma reforma apartamento.

Acompanhe as nossas dicas:

Como deixar o seu apartamento mais espaçoso

  1. Ao adicionar cortinas a uma sala, verifique se elas são da mesma cor das paredes. Manter a cor fará com que seu espaço pareça maior. Outro truque é ir com cortinas com cores bem claras.
  2. Use bastante a luz natural, tanto quanto possível, pois ajudará a abrir o seu espaço.
  3. Opte por sofás e poltronas que são levantadas nas pernas, o que cria uma sensação de luz e espaço.
  4. Pense em uma paleta de cores leve e neutra, que irá expandir seu espaço visualmente.
  5. Opte por tecidos e tapetes em pequenas impressões ou cores lisas. Cores unificadas irão expandir visualmente uma pequena sala.
  6. Compre móveis multifuncionais, como pufes, que podem ser usados ​​tanto como uma mesa de café quanto como assentos extras, tudo de uma só vez.
  7. Inclua espelhos no seu espaço! A reflexão fará uma sala parecer maior.
  8. Há uma regra antiga de que pequenos móveis em um espaço pequeno é o caminho a percorrer, mas alguns móveis maiores em uma pequena sala geralmente fazem com que pareça maior.
  9. Considere adicionar estantes do chão ao teto ou de parede a parede. Esse truque expandirá a aparência, além de ser uma ótima maneira de adicionar armazenamento.
  10. Móveis que podem ser dobrados, empilhados ou com rodas são seus amigos. Basta empurrá-lo para fora do caminho quando não estiver em uso.

Ana Medeiros

Ana Medeiros

É a neta de D. Edite. Ana comanda o #ACQMVQ e vive diariamente decorando aqui e ali. Trabalha home office produzindo conteúdo para o blog e outras empresas das internetes. É mãe de dois pioios lindos, ama comer, desaguar nas palavras, e não dispensa uma caipirinha no fim de semana. Sabe que ser livre também é perder o controle, que morar é mais do que habitar e que um abraço apertado é melhor que banheira de ofurô.

Colaboradores

Programa Fazer o quê? (Estreia em Setembro no Youtube)

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