Por que escolhi Gravatá para morar?

Já morei nas principais metrópoles do país e naturalmente muita gente me pergunta sobre “os porquês” de ter escolhido morar em Gravatá nos últimos cinco anos (E não ter planos concretos pra mudar nem tão cedo). Pra quem não conhece, a cidade fica a 80km de Recife e tem um clima muito agradável, que atrai turistas e moradores da capital para passeios ou como uma alternativa para morar e viver uma vida mais tranquila.

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Primeiro preciso contar que a minha relação com a cidade é coisa de “gerações”: Meu avô comprou uma casa para passear com a família nas férias (meu pai e tios ainda eram crianças) e também como uma forma de investimento. A casa passou muitos anos fechada até que um dia meu pai resolveu morar em Gravatá por causa de algumas oportunidades de trabalho, e nos mudamos de Olinda pra cá quando eu tinha uns 9 anos de idade. Após uns dois anos voltamos para Olinda e após 4 anos moramos mais uma vez aqui. Aos 16 anos voltei pra morar em Recife e Gravatá virou a cidade que eu vinha pra visitar meu pai e rever meus amigos. Morei em São Paulo, depois mudei pro Rio e quando engravidei um desejo imenso de voltar pra Pernambuco tomou conta de mim, então escolhi voltar pra cá, um lugar que eu já tinha algumas referências, uma história e pessoas conhecidas, além de todas as outras vantagens de morar numa cidade de interior que não é qualquer cidade do interior, rs.

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A proximidade da capital é massa, a tranquilidade que ainda encontro na cidade, a ausência de problemas como transito, a relação de confiança que vamos estabelecendo com as pessoas da cidade, o menor custo de vida, além do clima, que já citei no começo, e que de fato faz toda diferença quando chega o finzinho da tarde…São tantos os fatores que me trouxeram aqui fora toda essa ligação que já tenho desde pequena com Gravatá, que daria pra fazer vários posts longos sobre o assunto.

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Mas pera, posts longos não, mas vamos ter uma série de vídeos sim!!! Fui convidada pelo Ville Champagne pra mostrar Gravatá sobre o meu ponto de vista, pessoinha Olindense que saiu lá do Rio de Janeiro e veio parar por essas bandas. Vai ser muito massa apresentar o lugar que vivo pra vocês, quem sabe não arrumo um monte de vizinhos né? Hahaha. Também darei algumas dicas sobre decoração para casas no campo, mostrando também tudo que é produzido aqui na cidade dentro desse universo decorativo que tanto amamos.

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E como já quero todo mundo se mudando pra cá, preciso falar um pouquinho do Ville Champagne. O empreendimento comercializa lotes a partir de  770m² e tem o projeto de uma área de lazer in-crí-vel, com direito não só a playground, academia, piscina e salão de jogos, mas também a um redário e uma winehouse, entre outras coisitas.

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Próxima semana já venho mostrar um pouco da cidade e as vantagens de ter um refúgio por essas bandas. Sábado estarei lá no Ville Champagne e contarei mais detalhes do projeto nas redes sociais do blog, mas acompanhem aí também os canais do Ville que também teremos mais novidades, combinado?

Conheça mais: Condomínio Ville Champagne

Instagram – Facebook 

BR232 – Km89 Gravatá PE

 

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Ana Medeiros
É a neta de D. Edite. Ana comanda o #ACQMVQ e vive diariamente decorando aqui e ali. Trabalha home office produzindo conteúdo para o blog e outras empresas das internetes. É mãe de dois pioios lindos, ama comer, desaguar nas palavras, e não dispensa uma caipirinha no fim de semana. Sabe que ser livre também é perder o controle, que morar é mais do que habitar e que um abraço apertado é melhor que banheira de ofurô.
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3 Comentários

  1. Olha Ana, devo contestar alguns pontos… vim de SP faz 5 meses e posso garantir que me estresso mais dirigindo aqui do que em SP! As vezes me sinto na India. Os motoqueiros não tem o menor respeito no transito, os motoristas andam na contra mão e já fui surpreendida varias vezes com algum despreocupado vindo em minha direção numa via de mão única! Não há fiscalização eficaz pra isso! Meu pai já caiu nas calçadas da cidade, que são desniveladas e quebradas. Há poucas faixas para pedestres, até em frente ao hospital isso não existe, mas tem uma parte da calçada com buracos por onde o esgoto faz piscina! O custo de vida não é baixo, e os feirantes se baseiam na quantidade de pessoas que estão na cidade ou nos feriados, como se a natureza se prendesse a esses detalhes pra produzir! Por ser uma cidade turística, as autorizadas deveriam ter mais zelo e até os moradores que possuem casa na cidade, mas só a visitam vez ou outra. O cuidado geraria mais renda para a cidade, consequentemente mais qualidade. Claro que tem os empreendimentos que são surpreendentes e pra quem fica o dia todo desfrutando de seus benefícios, o tempo pe curto pra ver esse outro lado. Então, no meu ponto de vista, é uma cidade pra bom inglês ver!

  2. Quero mudar de vida, quero ir para gravata, quero levar minha filha de 8 anos comigo, quero começar do zero
    Tô cansada do ibura, quero sair daqui,
    Sou pizzaiola e tenho certeza que vou arrumar um emprego bom por aí, trabalhar e cria minha filha, bem longe das pessoas que me magoaram aqui, bem longe das decepções, tenho fé em Deus que vou conseguir, gravata que me aguarde 🙌😍

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