A vaidade e o autocuidado

“Este artigo foi escrito com a colaboração da Escola Nacional de Maquiagem, da qual convido você a seguir o curso de maquiagem profissional, um dos melhores do Brasil “.

Engraçado escrever aqui sobre vaidade, beleza, maquiagem. Quando me separei descobri uma Ana diferente da casada e com filhos bebês, uma Ana muito mais livre das obrigações e padrões. Enxerguei um rosto mais leve, e com isso, olha que interessante, comecei a me maquiar de forma mais natural, sem excessos. As roupas ficaram mais coloridas e justas (nao é o caso da roupa da foto, rs), e o salto abandonei de vez. Meu cabelo é muito fino e ondulado, e por um tempo entrei na moda das escovas e seus mil nomes diferentes, mas nessa nova fase de descoberta das minhas potencialidades, fui abandonando toda e qualquer química louca dos meus fios e estou há mais de dois anos sem fazer nadica de nada nele.

Estou falando desse momento porque foi bem importante, entendi que não precisava transformar nada em mim, nem precisava ganhar um novo rosto com tantas camadas de produtos, só valorizar as minhas características e disfarçar minhas olheiras, minha meta eterna de vida, hahaha. Falando sério, AMO sentar em frente ao espelho e treinar um delineado, analisar a pigmentação da sobra (apesar de só saber usar cores bem neutras), testar blushes. É um momento meu e não negocio com ninguém.

A vaidade é boa quando ela não te escraviza, não te impõe maneiras certas e erradas, não te senta numa cadeira de dívidas pra granatir um status. A grande lição dos meus trinta e poucos anos tem sido a aceitação andando junto da minha vaidade, e a última sendo usada como ferramenta de autocuidado.

 

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Ana Medeiros
É a neta de D. Edite. Ana comanda o #ACQMVQ e vive diariamente decorando aqui e ali. Trabalha home office produzindo conteúdo para o blog e outras empresas das internetes. É mãe de dois pioios lindos, ama comer, desaguar nas palavras, e não dispensa uma caipirinha no fim de semana. Sabe que ser livre também é perder o controle, que morar é mais do que habitar e que um abraço apertado é melhor que banheira de ofurô.
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